Um avião em chamas, 400 kg de cocaína e um traficante foragido por três anos. Era março de 2020 quando a Polícia Federal apreendeu a aeronave, incendiada em uma pista clandestina na cidade de Tangará da Serra, no Mato Grosso. O transportador da droga fugiu pelo matagal e esteve desaparecido até o ano passado. Terminou preso, contudo, em um ambiente inusitado: o Allianz Parque, estádio do Palmeiras.
Foi o sistema de reconhecimento facial, implementado pelo Palmeiras e agora com um ano em atividade, que permitiu a identificação e notificou a polícia para cumprir o mandado de prisão em São Paulo. E ele não é o único.





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