A brasileira Raquel Loff teve dificuldades para voltar da Ucrânia para o Brasil após o cancelamento da Superliga local de vôlei feminino, e por causa do aumento das restrições impostas pelo coronavírus. O principal problema foi que a rescisão do contrato com a equipe do Prometey SC ocorreu apenas um dia antes do fechamento dos aeroportos locais. “Foi no dia 26 de março. O campeonato foi cancelado. No dia seguinte, os aeroportos fecharam e assinei o cancelamento do meu contrato. Tudo muito rápido”, afirma a paulista.
Apenas agora, no início dessa semana, ela conseguiu uma passagem para retornar para casa. A jogadora procurou ajuda em praticamente todos os locais possíveis: “Gravei um vídeo no Instagram pedindo ajuda. Meus familiares colaboraram muito também. Consegui até um contato do Itamaraty. Graças a Deus, deu certo”.
Em um voo comercial, para o qual ele recebeu ajuda financeira do clube ucraniano e suporte do Itamaraty, ela partiu de Kiev (Ucrânia) no dia cinco. Fez uma escala em Frankfurt (Alemanha), em Doha (Catar) e só então seguiu para São Paulo.
“Foram mais de 40 horas de sufoco. Cheguei na Alemanha na segunda-feira e decidi ir até Doha, pois de lá partem voos para o Brasil três vezes por semana. E um deles é justamente às terças-feiras. E o meu voo original para São Paulo sairia de Frankfurt apenas na quarta. Teria que ficar aguardando na sala de embarque esse tempo todo”, afirma. A atleta diz que acionou o contato dela no Itamaraty. A chegada no aeroporto de Guarulhos aconteceu na madrugada da última quarta (8). Ela deve ficar em quarentena em casa por pelo menos 14 dias, seguindo as recomendações do Ministério da Saúde.

O principal problema foi que a rescisão do contrato com a equipe do Prometey SC ocorreu apenas um dia antes do fechamento dos aeroportos locais. “Foi no dia 26 de março.
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