“Não tenho que olhar para trás. Posso olhar o futuro com muita expectativa pela demonstração da equipe.” Como essas palavras, o técnico Rafael Dudamel avaliou a vitória de 2 a 0 do Atlético Mineiro sobre o Union Santa Fé, da Argentina, ontem (20) à noite na Arena Independência em Belo Horizonte.
Os gols do venezuelano Otero e do meia Hyoran, entretanto, não foram suficientes para os mineiros reverterem os três gols de vantagem do jogo na Argentina. O comandante venezuelano encontrou o vilão para mais essa eliminação do Galo: o preparo físico. “Esses mata-matas são decididos em pequenos detalhes. Acho que nos faltou aquela gasolina extra em vários momentos determinantes da partida.”
Derrota na Argentina
Para o meia Hyoran, ex-Palmeiras e Chapecoense, esse foi o principal pecado da equipe. “Demos o máximo. Sabíamos que era muito difícil. A estratégia era abafá-los. E deu certo no primeiro tempo com os dois gols. Pressionamos também no segundo. Mas, não deu. A gente fica triste. O pecado foi a ida lá na Argentina. Não poderíamos ter tomado aqueles três gols”, disse o meia, autor do segundo gol do Atlético, em entrevista à DAZN.
Três zagueiros
A principal novidade da escalação de ontem foi o esquema com três zagueiros: Igor Rabelo (pela direita), Réver (como “líbero”) e Gabriel (pela esquerda). “Esses jogadores me permitiram, na rotação de bola, encontrar bons espaços para o Guga e para o Arana nas alas”, avaliou o comandante.

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Para o meia Hyoran, ex-Palmeiras e Chapecoense, esse foi o principal pecado da equipe. “Demos o máximo. Sabíamos que era muito difícil.
1–2 minutos




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