A remoção da população não-indígena que vive na terra indígena Krikati, que corresponde a mais de 200 famílias, devidamente identificadas em trabalho de constatação judicial realizado em 2017, ainda se encontra pendente. O tema é objeto de processos judiciais que tramitam na Justiça Federal de Imperatriz, nos quais se busca uma solução consensual.

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